{"id":37084,"date":"2016-11-08T19:44:01","date_gmt":"2016-11-08T21:44:01","guid":{"rendered":"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/?page_id=37084"},"modified":"2016-12-15T15:39:14","modified_gmt":"2016-12-15T17:39:14","slug":"no01-vida-nos-corredores","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/revista-apartes\/numero-1-janeiro-junho2013\/no01-vida-nos-corredores\/","title":{"rendered":"N\u00ba01 &#8211; Mobilidade"},"content":{"rendered":"<h1><span style=\"color: #800000\"><strong>Vida nos corredores<\/strong><\/span><\/h1>\n<h2>Motoboys ajudam a economia da cidade ao agilizar entregas, mas sofrem acidentes com custo cada vez mais elevado<\/h2>\n<p><strong>Gisele Machado<\/strong> | <a href=\"mailto:gisele@saopaulo.sp.leg.br\">gisele@saopaulo.sp.leg.br<\/a><\/p>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<div style=\"width: 100%;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_50.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37085 size-full\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_50.jpg\" width=\"1993\" height=\"2619\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_50.jpg 1993w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_50-228x300.jpg 228w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_50-768x1009.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_50-779x1024.jpg 779w\" sizes=\"auto, (max-width: 1993px) 100vw, 1993px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">Motociclistas usam os \u201cespa\u00e7os vazios\u201d das congestionadas ruas paulistanas<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Ricardo Ri\/CMSP<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<p>Julho de 2012 era o m\u00eas em que Francisco Galdiano Rodrigues da Silva planejou largar a vida de motoboy para tentar um trabalho que pagasse mais, com menos riscos. Ele estava na profiss\u00e3o h\u00e1 oito anos e j\u00e1 tinha guardado dinheiro para quitar a moto. Em 15 de junho daquele ano, fez uma entrega em Santo Andr\u00e9 e voltava na sua moto pela Rodovia Anchieta, atr\u00e1s de uma lota\u00e7\u00e3o. O ve\u00edculo saiu abruptamente de sua frente e o deixou de cara com um caminh\u00e3o parado.<\/p>\n<p>O choque gerou m\u00faltiplas fraturas na face \u2013 na \u00f3rbita do olho esquerdo, na mand\u00edbula, no c\u00e9u da boca e no maxilar \u2013, fratura exposta no bra\u00e7o direito e perda do ba\u00e7o. S\u00f3 voltou a ver o mundo, em flashes, no dia 13 de julho, quando saiu do coma. Teve alta 45 dias depois.<\/p>\n<p>Acidentes envolvendo motocicletas, como o de Francisco, h\u00e1 cinco anos j\u00e1 custavam quase R$ 400 mih\u00f5es anuais \u00e0 cidade, al\u00e9m do sacrif\u00edcio de corpos, vidas e futuros. Quem vive das motocicletas \u2013 os motoboys, motofretistas ou motocas \u2013 n\u00e3o pode parar. Perdem um membro, fazem adapta\u00e7\u00f5es no corpo e voltam ao trabalho, acelerando sempre.<\/p>\n<p>\u201cO cen\u00e1rio \u00e9 de guerra\u201d, define o professor da Faculdade de Tecnologia do Estado de S\u00e3o Paulo (Fatec) Ricardo Barbosa da Silva, autor do livro <em>Motoboys no Globo da Morte: Circula\u00e7\u00e3o no Espa\u00e7o e Trabalho Prec\u00e1rio na Cidade de S\u00e3o Paulo.<\/em> \u201cMuitos dos acidentados s\u00e3o bem jovens, desprotegidos da assist\u00eancia do governo, e t\u00eam de se virar sozinhos\u201d.<\/p>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<div style=\"width: 100%;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_52.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37092 size-full\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_52.jpg\" width=\"2155\" height=\"1412\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_52.jpg 2155w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_52-300x197.jpg 300w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_52-768x503.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_52-1024x671.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 2155px) 100vw, 2155px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">A cidade tinha 892 mil motocicletas em fevereiro de 2013<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Ricardo Ri\/CMSP<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<p>Um em cada cinco motociclistas paulistanos atua profissionalmente. Cada um percorre em m\u00e9dia, por dia de trabalho, 150 quil\u00f4metros. Juntos, os 200 mil motoboys da capital fazem tr\u00eas milh\u00f5es de entregas di\u00e1rias e movimentam R$ 423 milh\u00f5es por m\u00eas, segundo o Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas e Ciclistas de S\u00e3o Paulo (SindimotoSP).<\/p>\n<p>A carreira, hoje regulamentada por lei federal, desde a d\u00e9cada de 90 d\u00e1 emprego, principalmente, a jovens exclu\u00eddos de outras \u00e1reas do mercado, impulsiona os neg\u00f3cios de entrega de alimentos ou medicamentos e salva o dia de muitos escrit\u00f3rios. \u201cO empres\u00e1rio, que reclama da moto um pouco mais r\u00e1pida no tr\u00e2nsito, \u00e9 o mesmo que chega ao trabalho atrasado e desesperado pelo motoboy, o \u00fanico que pode salv\u00e1-lo quando ele precisa levar com urg\u00eancia um documento ao outro lado da cidade congestionada\u201d, costuma dizer o presidente do SindimotoSP, Gilberto Almeida Gil, ex-motoboy com quatro acidentes leves no curr\u00edculo.<\/p>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<div style=\"float: right;width: 227px;margin-left: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: right;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_51.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37095\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_51.jpg\" width=\"250\" height=\"754\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_51.jpg 868w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_51-99x300.jpg 99w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_51-768x2317.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_51-339x1024.jpg 339w\" sizes=\"auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">Gil, presidente do SindimotoSP, aposta que S\u00e3o Paulo vai continuar dependente dos motoboys<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">F\u00e1bio Jr Lazzari\/CMSP<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<p>O volume de motos segue crescendo na cidade de S\u00e3o Paulo, mesmo com a diminui\u00e7\u00e3o no ritmo das vendas. Em fevereiro de 2013, eram cerca de 892 mil unidades nas ruas paulistanas, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). No ano passado, o Munic\u00edpio ganhou 52 mil motos, n\u00famero significativo, mesmo abaixo das 68 mil unidades emplacadas em 2011.<\/p>\n<p>O presidente do SindimotoSP acredita que a venda de motos ainda tem f\u00f4lego, porque a quantidade de motociclistas deve continuar crescendo. \u201c\u00c9 um meio de transporte barato, n\u00e3o te prende no tr\u00e2nsito e \u00e9 uma alternativa ao transporte p\u00fablico\u201d, diz. Gil aposta na crescente depend\u00eancia do motofrete em S\u00e3o Paulo: \u201cEsse servi\u00e7o \u00e9 t\u00e3o essencial quanto o dos Correios, s\u00f3 que serve para transportar mais itens \u2013 desde comida at\u00e9 equipamentos de inform\u00e1tica \u2013, leva as encomendas mais rapidamente e \u00e9 mais espec\u00edfico, porque tem hora e data\u201d.<\/p>\n<p>Mas a motocicleta \u00e9 uma boa alternativa ao transporte p\u00fablico? O professor Ricardo Barbosa da Silva acredita que n\u00e3o. \u201cA problem\u00e1tica vivida pelos pr\u00f3prios motoboys tem a ver com a mobilidade geral da metr\u00f3pole. Enquanto n\u00e3o se resolve esse problema, enquanto n\u00e3o forem criadas solu\u00e7\u00f5es para todos terem um tr\u00e2nsito mais humano e at\u00e9 que se estimule o sistema de transporte coletivo para a circula\u00e7\u00e3o ser mais consciente, cria-se a necessidade de mais motociclistas\u201d, analisa Silva.<\/p>\n<h3><strong>Uma morte por semana<\/strong><\/h3>\n<p>Estudo realizado pela Companhia de Engenharia de Tr\u00e1fego de S\u00e3o Paulo (CET-SP) comprova a fr\u00e1gil estabilidade das motos. Em mil colis\u00f5es com morte entre 2006 e 2010, as motocicletas tiveram participa\u00e7\u00e3o de 31%, embora representassem 13% da frota da cidade de S\u00e3o Paulo. No ano passado, um motociclista paulistano perdeu a vida a cada 20 horas. Embora assustador, esse n\u00famero j\u00e1 foi pior: em 2011 havia uma morte a cada 17 horas.<\/p>\n<p>Comparativamente, os motoboys s\u00e3o minoria entre as v\u00edtimas \u2013 as mortes atingem principalmente quem usa a moto apenas como meio de transporte. Segundo a CET, 3,4% dos mortos em acidentes no tr\u00e2nsito paulistano em 2011 eram motofretistas, o que significa uma morte por semana. \u201cNa cidade de S\u00e3o Paulo, os amadores v\u00e3o para o tr\u00e2nsito com experi\u00eancia e maturidade insuficientes e sofrem mais acidentes\u201d, explica o m\u00e9dico Dirceu Rodrigues Alves J\u00fanior, chefe do Departamento de Medicina de Tr\u00e1fego Ocupacional da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Medicina de Tr\u00e1fego (Abramet).<\/p>\n<p>Al\u00e9m do risco de morte, os motociclistas convivem com o fantasma das sequelas. Dados disponibilizados pela Seguradora L\u00edder, atual administradora do Seguro de Danos Pessoais Causados por Ve\u00edculos Automotores de Via Terrestre (Dpvat), mostram n\u00fameros impactantes sobre invalidez permanente. Entre 2000 e 2011, em todo o Pa\u00eds, os pagamentos desse tipo de seguro que resultaram de acidente com moto cresceram 1.378% (de 7.325 para 108.264), enquanto as indeniza\u00e7\u00f5es por morte entre os motociclistas subiram 134% (de 7.624 para 17.812).<\/p>\n<p>O aumento na quantidade de acidentes com motos fez crescer a quantidade de v\u00edtimas de politraumas (fraturas acompanhadas de danos em \u00f3rg\u00e3os). Na \u00faltima d\u00e9cada, o n\u00famero de pacientes com esse quadro cl\u00ednico atendidos no Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT) do Hospital das Cl\u00ednicas (HC) da USP subiu de 13% para 21%, enquanto as fraturas mais complexas cresceram 7%. Segundo o ortopedista Kodi Kojima, do IOT, os dados refletem o aumento da ocorr\u00eancia de acidentes de moto e de alto impacto, al\u00e9m da maior efici\u00eancia nos resgates. \u201cO n\u00famero de pacientes n\u00e3o variou muito no per\u00edodo. O que notamos foi um aumento da gravidade das fraturas\u201d, disse o ortopedista.<\/p>\n<p>O especialista explica que, h\u00e1 alguns anos, havia mais probabilidade de o acidentado morrer no local do acidente, antes de ter chance de ser socorrido. \u201cO paciente que n\u00e3o teria nenhuma chance hoje consegue chegar ao nosso pronto-socorro, embora sua sa\u00fade geral esteja muito comprometida e possua v\u00e1rias fraturas, a maioria delas grave\u201d, diz Kojima.<\/p>\n<p>Se o motoboy Francisco Silva, do in\u00edcio desta reportagem, ficasse mais cinco minutos sem atendimento, n\u00e3o teria sobrevivido por conta da hemorragia interna e da fratura facial, que n\u00e3o o deixava respirar. No per\u00edodo em que ficou em coma, os m\u00e9dicos priorizaram os cuidados para salvar sua vida. As fraturas nos ossos da face e no bra\u00e7o direito ficaram de lado e calcificaram de modo irregular.<\/p>\n<p>Mesmo com sequelas, Silva n\u00e3o perde o bom humor. Diz que enxerga tudo duplo, \u201ccomo uma televis\u00e3o antiga\u201d, que n\u00e3o consegue mais colocar os dois bra\u00e7os atr\u00e1s da cabe\u00e7a nos \u201cenquadros\u201d da pol\u00edcia e que s\u00f3 sabe distinguir cacha\u00e7a de \u00e1gua pelo paladar, j\u00e1 que perdeu o olfato. Ele tamb\u00e9m ficou com todos os dentes fora de posi\u00e7\u00e3o e perdeu 16 quilos. Deve voltar a trabalhar quando, enfim, fizer as cirurgias reconstrutoras, ainda n\u00e3o agendadas. At\u00e9 l\u00e1, receber\u00e1 aux\u00edlio da Previd\u00eancia Social.<\/p>\n<p>Brincadeiras \u00e0 parte, duas consequ\u00eancias do acidente afetam bastante o motoboy. A primeira \u00e9 n\u00e3o poder trabalhar. \u201cConto os segundos para o dia passar\u201d, lamenta. A outra \u00e9 n\u00e3o se reconhecer no espelho. \u201cN\u00e3o reconhecia meu corpo quando sa\u00ed do hospital; antes eu era um cara atl\u00e9tico. Sabe quando voc\u00ea acorda e n\u00e3o se v\u00ea bonito? Eu fa\u00e7o isso todo dia.\u201d<\/p>\n<p>O pre\u00e7o de ocorr\u00eancias como a de Francisco \u00e9 alto. Levantamento divulgado em 2013 pela Secretaria de Estado da Sa\u00fade de S\u00e3o Paulo mostra que, em 2011, foram gastos cerca de R$ 27 milh\u00f5es com interna\u00e7\u00f5es de motociclistas, valor 76% superior ao de 2008. J\u00e1 as perdas geradas \u00e0 economia paulistana pelos acidentes de moto somaram R$ 373 milh\u00f5es em 2008, segundo dados registrados por Ricardo Silva na tese de mestrado que deu origem ao seu livro.<\/p>\n<h3><strong>Profiss\u00e3o motoboy<\/strong><\/h3>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<div style=\"float: right;width: 227px;margin-left: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: right;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_53.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37101\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_53.jpg\" width=\"250\" height=\"469\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_53.jpg 918w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_53-160x300.jpg 160w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_53-768x1440.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_53-546x1024.jpg 546w\" sizes=\"auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">Presidente do SindimotoSP mostra condumoto e licen\u00e7a da Prefeitura para trabalhar com motofrete<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">F\u00e1bio Jr Lazzari\/CMSP<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<p>Motoboy, desde julho de 2009, \u00e9 profiss\u00e3o regulamentada no Brasil. As regras para trabalhar com o transporte de mercadorias e outras atividades permitidas ao motofretista est\u00e3o na lei federal 12.009\/09. \u201cEsse \u00e9 o caminho para uma categoria forte, organizada, mais respeitada, com melhores sal\u00e1rios e outra vis\u00e3o da sociedade. Com a regulamenta\u00e7\u00e3o, vem a melhor qualifica\u00e7\u00e3o dos profissionais\u201d, diz o presidente do SindimotoSP, Gilberto Almeida Gil.<\/p>\n<p>Segundo a lei federal e a lei municipal 14.491\/2007, do ex-vereador Adolfo Quintas, o motoboy precisa, entre outras exig\u00eancias, ter pelo menos 21 anos, possuir Carteira Nacional de Habilita\u00e7\u00e3o h\u00e1 pelo menos dois na categoria A e ser aprovado em curso de 30 horas\/aula regulamentado pelo Conselho Nacional de Tr\u00e2nsito (Contran).<\/p>\n<p>De acordo com a legisla\u00e7\u00e3o, o profissional tamb\u00e9m precisa ter inscri\u00e7\u00e3o no cadastro municipal de condutores capacitados para o transporte de pequenas cargas (Condumoto), possuir autoriza\u00e7\u00e3o e licen\u00e7a da Secretaria Municipal de Transportes para a motocicleta ser usada em motofrete e ter autoriza\u00e7\u00e3o emitida pelo Departamento Estadual de Tr\u00e2nsito. O ve\u00edculo precisa ser adaptado e registrado na categoria aluguel. O uso dos equipamentos de seguran\u00e7a \u00e9 obrigat\u00f3rio pela regulamenta\u00e7\u00e3o do Contran e pela lei municipal.<\/p>\n<p>O Banco do Povo Paulista, da Secretaria do Emprego e Rela\u00e7\u00f5es do Trabalho, criou uma linha de cr\u00e9dito de R$ 10 milh\u00f5es para o financiamento de motos de carga e equipamentos para adapta\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos. Mesmo assim, Gil reclama das taxas para regulamentar e da burocracia: \u201cO profissional chega cedo ao \u00f3rg\u00e3o de tr\u00e2nsito e s\u00f3 sai \u00e0 tarde\u201d. Em fevereiro de 2013, a categoria parou a Avenida Paulista pedindo o adiamento do in\u00edcio das puni\u00e7\u00f5es aos que descumprirem a lei.<\/p>\n<p>O professor Ricardo da Silva sente falta, tamb\u00e9m, de um est\u00edmulo do governo na forma de desconto. Segundo ele, os produtos obrigat\u00f3rios pela lei j\u00e1 come\u00e7am a faltar nas lojas. E a encarecer.<\/p>\n<p>Os sites da CET e do SindimotoSP t\u00eam cartilhas que detalham as medidas que o motoboy deve tomar para estar em dia com a regulamenta\u00e7\u00e3o exigida para trabalhar no setor.<\/p>\n<h3><strong>Medidas educativas<\/strong><\/h3>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<div style=\"float: left;width: 310px;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: left;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_54.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37098\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_54.jpg\" width=\"270\" height=\"404\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_54.jpg 1182w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_54-200x300.jpg 200w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_54-768x1150.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_54-684x1024.jpg 684w\" sizes=\"auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">O m\u00e9dico Dirceu Rodrigues Alves J\u00fanior acredita que as mortes de motoboys paulistanos voltar\u00e3o a crescer<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<p>O m\u00e9dico Dirceu Alves J\u00fanior, chefe da Abramet, aposta que as mortes de profissionais da moto v\u00e3o aumentar, apesar do registro atual de diminui\u00e7\u00e3o. \u201cA queda n\u00e3o \u00e9 uniforme; acontece em um m\u00eas e no outro n\u00e3o. A frota maior nas ruas e a inexperi\u00eancia dos condutores nos fazem enxergar aumentos progressivos\u201d. O professor Ricardo Silva tamb\u00e9m desconfia dos n\u00fameros que apontam tend\u00eancia de queda, inclusive porque, segundo ele, as regulamenta\u00e7\u00f5es patinam muito antes de serem aplicadas, devido ao excesso de exig\u00eancias burocr\u00e1ticas. \u201cDesde 1999 surgiram v\u00e1rias tentativas de regulamentar o motofrete, mas nenhuma foi colocada em pr\u00e1tica. Por isso precisamos esperar mais antes de qualquer conclus\u00e3o\u201d, diz.<\/p>\n<p>A CET-SP n\u00e3o disponibilizou representante para dar entrevista \u00e0 <strong>Apartes<\/strong>, mas enviou comunicado em que credita a queda nas mortes de motociclistas em 2012 a algumas a\u00e7\u00f5es que tem implantado para mudar o comportamento dos condutores de motocicletas. Entre as medidas, est\u00e3o a proibi\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fego de motos na pista expressa na Marginal do Tiet\u00ea, a implanta\u00e7\u00e3o de seis radares port\u00e1teis para intensificar a fiscaliza\u00e7\u00e3o e enfoque na educa\u00e7\u00e3o para o tr\u00e2nsito, com a oferta de cursos e campanhas.<\/p>\n<p>Com parceria da Abraciclo, a CET inaugurou no fim de 2012, ao lado do metr\u00f4 Carr\u00e3o, na zona leste, o Centro Educacional Paulistano de Motociclistas (Cepam), que vai sediar aulas pr\u00e1ticas e te\u00f3ricas sobre condu\u00e7\u00e3o segura, palestras, debates, outras atividades de conscientiza\u00e7\u00e3o do condutor e oferta de check-ups das motos.<\/p>\n<p>O presidente do SindimotoSP, Gilberto Almeida Gil, elogia tamb\u00e9m as motofaixas exclusivas em algumas vias de tr\u00e1fego intenso na cidade. Para Gil, as faixas d\u00e3o mais seguran\u00e7a aos motociclistas e deveriam ser ampliadas. O professor Ricardo Barbosa da Silva pensa que o motociclista deveria ser respeitado nas vias regulares, sem que fosse preciso segreg\u00e1-lo: \u201cA cidade n\u00e3o tem esse espa\u00e7o extra. Se melhorar o transporte p\u00fablico, vai cair at\u00e9 mesmo a press\u00e3o pela moto e outros ve\u00edculos de transporte individual\u201d.<\/p>\n<p>Para Alves J\u00fanior, da Abramet, os cursos s\u00e3o ineficientes e as campanhas p\u00fablicas de educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o descontinuadas. \u201cOs centros de forma\u00e7\u00e3o de condutores d\u00e3o um preparo precar\u00edssimo, sem um treino de todas as adversidades poss\u00edveis\u201d, avalia. No curso de 30 horas que os motoboys brasileiros devem fazer, o m\u00e9dico acredita que deveria ser inclu\u00eddo um simulador com exerc\u00edcios que preparassem melhor os alunos.<\/p>\n<p>Para o presidente do SindimotoSP, deveria haver tantas campanhas de educa\u00e7\u00e3o e pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas aos motociclistas como h\u00e1 para pedestres e motoristas de outros ve\u00edculos. J\u00e1 Silva acredita que os cursos pontuais s\u00e3o menos eficientes do que educar a sociedade toda, para reverter a falha educacional que vem desde a educa\u00e7\u00e3o escolar infantil. \u201cOs motoboys v\u00e3o fazer curso de educa\u00e7\u00e3o, mas na firma os empres\u00e1rios falam pra eles correrem. Tem de mudar toda a concep\u00e7\u00e3o cultural: quem contrata n\u00e3o deve considerar s\u00f3 a pressa e o pre\u00e7o\u201d, diz o estudioso. Para o professor, a fiscaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 paliativa e insuficiente, apesar de ser, em conjunto com as demais medidas, o reconhecimento de que o governo v\u00ea no tr\u00e2nsito para motocicletas um problema a ser resolvido.<\/p>\n<h3><strong>Servi\u00e7o de luxo<\/strong><\/h3>\n<p>Ricardo Silva v\u00ea dois cen\u00e1rios poss\u00edveis para a situa\u00e7\u00e3o dos motoboys na capital. A proje\u00e7\u00e3o pessimista \u00e9 a manuten\u00e7\u00e3o do quadro atual: a regulamenta\u00e7\u00e3o da atividade n\u00e3o sai do papel, por excesso de exig\u00eancias; os servi\u00e7os de transporte p\u00fablico s\u00e3o ineficientes; os problemas de mobilidade n\u00e3o s\u00e3o superados satisfatoriamente e tendem a exasperar o quadro; os motofretistas s\u00e3o mais requisitados, emergencialmente, e v\u00e3o ao mercado sem qualifica\u00e7\u00e3o, tornando-se m\u00e3o de obra barata.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio otimista, a regulamenta\u00e7\u00e3o da categoria seria colocada em pr\u00e1tica sem burocracias exageradas, a cidade criaria solu\u00e7\u00f5es para melhorar a mobilidade e haveria mais educa\u00e7\u00e3o do que puni\u00e7\u00e3o. Assim, o motofrete seria visto mais como profiss\u00e3o do que como trabalho passageiro; a moto seria mais uma alternativa, e n\u00e3o uma solu\u00e7\u00e3o improvisada para driblar o tr\u00e2nsito. \u201cO trabalho do motoboy seria menos estigmatizado, mais valorizado, contratado como um servi\u00e7o especial, de luxo, com valor condizente\u201d, prev\u00ea Silva.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_105.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37106\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_105-554x1024.jpg\" alt=\"apartes_n01_105\" width=\"640\" height=\"1183\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_105-554x1024.jpg 554w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_105-162x300.jpg 162w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_105-768x1419.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_105.jpg 900w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<h3><strong>Vida de Piloto<\/strong><\/h3>\n<div style=\"background-color: #f0dfc1\">\n<p>Adriano Freire de Sousa, de 37 anos, \u00e9 motoboy. J\u00e1 trabalhou em padaria e em restaurante, mas em 2001 resolveu transformar o hobby em ganha-p\u00e3o. Gra\u00e7as \u00e0 profiss\u00e3o que tem hoje, comprou a casa onde mora, quitou a moto e est\u00e1 financiando um carro. Adora a adrenalina e a agilidade que a moto proporciona, nunca sofreu um acidente no tr\u00e2nsito, mas o risco que corre nas ruas o faz cogitar um futuro mais tranquilo. \u201cN\u00e3o penso em mudar de profiss\u00e3o agora, mas quero ter um neg\u00f3cio de motope\u00e7as no futuro. Se n\u00e3o for algo com moto, n\u00e3o vou conseguir fazer.\u201d<\/p>\n<p>Adriano ganha de R$ 1.600 a R$ 1.800 por m\u00eas, j\u00e1 descontando os gastos de at\u00e9 R$ 400 com a manuten\u00e7\u00e3o da moto e combust\u00edvel. O piso m\u00e9dio salarial de motoboy na capital paulista \u00e9 R$ 900, levando-se em conta os pisos das v\u00e1rias categorias. Al\u00e9m disso, os patr\u00f5es pagam cerca de R$ 450 pelo aluguel mensal do ve\u00edculo do motofretista, al\u00e9m de vale-refei\u00e7\u00e3o, que varia de R$ 187 a R$ 330, entre outros benef\u00edcios.<\/p>\n<p>H\u00e1, no entanto, quem receba um sal\u00e1rio mais gordo. O SindimotoSP diz que muitos motoboys ganham de R$ 4 mil a R$ 5 mil por m\u00eas, com a ajuda das horas extras (ap\u00f3s 5 horas de trabalhos di\u00e1rios) e do acr\u00e9scimo de quase R$ 0,20 de aluguel sobre o que ultrapassar os 120 quil\u00f4metros rodados no mesmo dia.<\/p>\n<\/div>\n<h3><strong>S\u00e3o Paulo sem motot\u00e1xi<\/strong><\/h3>\n<div style=\"background-color: #d8e9ce\">\n<p><!-- imagem GRANDE - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<div style=\"float: left;width: 310px;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: left;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_55.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37112\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_55.jpg\" width=\"300\" height=\"321\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_55.jpg 1355w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_55-280x300.jpg 280w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_55-768x823.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_55-956x1024.jpg 956w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">CCI.1<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem GRANDE - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<p>Em 1998, entrou em vigor em S\u00e3o Paulo a Lei 12.609, do vereador Wadih Mutran (PP), na foto, que pro\u00edbe a utiliza\u00e7\u00e3o de motocicletas para o transporte remunerado de passageiros, ou seja, como t\u00e1xi. O decreto 37.733\/1998 regulamentou a norma e definiu que o Departamento de Transportes P\u00fablicos do Munic\u00edpio \u00e9 o respons\u00e1vel pela fiscaliza\u00e7\u00e3o.<br \/>\nQuem infringir a lei pagar\u00e1 multa e, em caso de reincid\u00eancia, a motocicleta ser\u00e1 apreendida. A ideia de Mutran era preservar a integridade f\u00edsica dos mun\u00edcipes, dados os \u201cconstantes acidentes fatais envolvendo motos no tr\u00e2nsito ca\u00f3tico e perigoso do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_107.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37122\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_107.jpg\" alt=\"apartes_n01_107\" width=\"640\" height=\"971\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_107.jpg 1200w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_107-198x300.jpg 198w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_107-768x1165.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n01_107-675x1024.jpg 675w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<div>\n<h4><\/h4>\n<h4>SAIBA MAIS<\/h4>\n<div style=\"text-align: center;background-color: #72bb81\">\n<p><strong><span style=\"color: #ffffff\">Livro<\/span><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><strong>Motoboys no Globo da Morte: Circula\u00e7\u00e3o no Espa\u00e7o e Trabalho Prec\u00e1rio na Cidade de S\u00e3o Paulo.<\/strong> Ricardo Barbosa da Silva. Humanit\u00e1s\/Fapesp, 2011.<\/p>\n<div style=\"text-align: center;background-color: #72bb81\">\n<p><strong><span style=\"color: #ffffff\">Sites<\/span><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/www.hcemmovimento.blogspot.com.br\"><em><strong>www.hcemmovimento.blogspot.com.br<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.paradapelavida.com.br\/campanhas\"><em><strong>www.paradapelavida.com.br\/campanhas<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cetsp.com.br\"><em><strong>www.cetsp.com.br<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.sindimotosp.com.br\"><em><strong>www.sindimotosp.com.br<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vida nos corredores Motoboys ajudam a economia da cidade ao agilizar entregas, mas sofrem acidentes com custo cada vez mais elevado Gisele Machado | gisele@saopaulo.sp.leg.br Motociclistas usam os \u201cespa\u00e7os vazios\u201d das congestionadas ruas paulistanas Ricardo Ri\/CMSP Julho de 2012 era o m\u00eas em que Francisco Galdiano Rodrigues da Silva planejou largar a vida de motoboy [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":109,"featured_media":0,"parent":24343,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-37084","page","type-page","status-publish","hentry"],"meta_all":{"_edit_lock":["1509054240:169"],"_edit_last":["109"],"_wp_page_template":["default"],"_yoast_wpseo_opengraph-title":["Vida nos corredores"],"_yoast_wpseo_opengraph-description":["Motoboys ajudam a economia da cidade ao agilizar entregas, mas sofrem acidentes com custo cada vez mais elevado"],"_yoast_wpseo_twitter-title":["Vida nos corredores"],"_yoast_wpseo_twitter-description":["Motoboys ajudam a economia da cidade ao agilizar entregas, mas sofrem acidentes com custo cada vez mais elevado"],"_yoast_wpseo_content_score":["30"],"_cmsp_page_download-files":["a:1:{i:0;a:1:{s:4:\"type\";s:3:\"pdf\";}}"]},"meta_all_2":{"_edit_lock":["1509054240:169"],"_edit_last":["109"],"_wp_page_template":["default"],"_yoast_wpseo_opengraph-title":["Vida nos corredores"],"_yoast_wpseo_opengraph-description":["Motoboys ajudam a economia da cidade ao agilizar entregas, mas sofrem acidentes com custo cada vez mais elevado"],"_yoast_wpseo_twitter-title":["Vida nos corredores"],"_yoast_wpseo_twitter-description":["Motoboys ajudam a economia da cidade ao agilizar entregas, mas sofrem acidentes com custo cada vez mais elevado"],"_yoast_wpseo_content_score":["30"],"_cmsp_page_download-files":["a:1:{i:0;a:1:{s:4:\"type\";s:3:\"pdf\";}}"]},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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