{"id":38021,"date":"2016-11-23T17:27:02","date_gmt":"2016-11-23T19:27:02","guid":{"rendered":"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/?page_id=38021"},"modified":"2016-12-16T14:55:43","modified_gmt":"2016-12-16T16:55:43","slug":"no04-nascimentos-mais-gentis","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/revista-apartes\/numero-4-dezembro2013\/no04-nascimentos-mais-gentis\/","title":{"rendered":"N\u00ba04 &#8211; Sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<h1><span style=\"color: #800000\"><strong>Nascimentos mais gentis<\/strong><\/span><\/h1>\n<h2>Paulistanas ter\u00e3o direito a parto humanizado no SUS, gra\u00e7as a lei elaborada pela CMSP<\/h2>\n<p><strong>Gisele Machado<\/strong> | <a href=\"mailto:gisele@saopaulo.sp.leg.br\">gisele@saopaulo.sp.leg.br<\/a><\/p>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<div style=\"width: 100%;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_17.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37906 size-full\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_17.jpg\" width=\"3182\" height=\"2095\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_17.jpg 3182w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_17-300x198.jpg 300w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_17-768x506.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_17-1024x674.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 3182px) 100vw, 3182px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">PACIENTE &#8211; Em partos normais humanizados, h\u00e1 respeito ao tempo do beb\u00ea<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Marcelo Min\/Parto com Amor<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<p>Nascimento gentil \u00e9 como os falantes de l\u00edngua inglesa denominam o parto humanizado. A ideia pode ser traduzida pelo carinho e pela serenidade da auxiliar de enfermagem Marlene, que delicadamente tran\u00e7ava os cabelos da gestante Priscila Ortega, jornalista, enquanto esperava a dilata\u00e7\u00e3o aumentar. Marlene sa\u00eda da sala de vez em quando e, na volta, trazia lanchinhos e ch\u00e1 de cravo-da-\u00edndia para Priscila. Ao longo de sete horas madrugada adentro, a enfermeira Maria segurou a m\u00e3o de Priscila e disse que ela n\u00e3o precisava ter medo, que conseguiria ter seu beb\u00ea como queria: por parto normal e sem medicamentos ou anestesia.<\/p>\n<p>Finalmente, \u00e0s 4 horas da manh\u00e3, Marlene, Maria e outra assistente trouxeram ao mundo o forte Isaac, que em hebraico significa sorriso. O pai cortou o cord\u00e3o umbilical e acompanhou o primeiro banho. \u201cN\u00e3o acreditei no amor com que elas me trataram. Me senti em outro mundo. Foi a experi\u00eancia mais incr\u00edvel da minha vida\u201d, diz Priscila, que teve seu filho na Casa de Parto de Sapopemba, um Centro de Parto Normal (CPN) p\u00fablico municipal. Nesse local, o parto \u00e9 um evento natural, que respeita o tempo do beb\u00ea, sem interven\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. O procedimento \u00e9 destinado aos casos de baixo risco, com possibilidade de acesso ao hospital se houver alguma complica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_49.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37938\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_49.jpg\" alt=\"apartes_n04_49\" width=\"553\" height=\"759\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_49.jpg 1200w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_49-219x300.jpg 219w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_49-768x1054.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_49-746x1024.jpg 746w\" sizes=\"auto, (max-width: 553px) 100vw, 553px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O relato \u00e9 um ideal de perfei\u00e7\u00e3o e lembra os clich\u00eas das telenovelas, em que as m\u00e3es aparecem sorrindo ao ter seus beb\u00eas. Mas o momento tamb\u00e9m pode ficar marcado pelos traumas. De maio a novembro de 2013, a advogada Priscila Cavalcanti, especializada em direitos reprodutivos e sexuais da mulher, atendeu 30 mulheres que foram v\u00edtimas de viol\u00eancia obst\u00e9trica: \u201cElas chegam at\u00e9 mim reclamando de maus tratos verbais, de exposi\u00e7\u00e3o de seus corpos sem consentimento, de procedimentos invasivos e dolorosos sem anu\u00eancia, de interven\u00e7\u00f5es sem justificativa m\u00e9dica\u201d. Segundo ela, as mulheres ainda reclamam que os servi\u00e7os n\u00e3o permitem a entrada do acompanhante, \u00e0s vezes em nenhum momento do trabalho de parto, \u201cpor inacredit\u00e1vel que pare\u00e7a\u201d. As clientes chegam abaladas, com raiva, tristes, algumas em tratamento por depress\u00e3o, segundo a advogada. \u201cElas choram nas reuni\u00f5es comigo, contam detalhes que as marcaram e relatam muitas dificuldades em retomar a vida normal.\u201d<\/p>\n<p>Luciana Lima, que trabalha como secret\u00e1ria, \u00e9 uma das clientes que est\u00e1 movendo a\u00e7\u00e3o por danos morais contra o hospital que a atendeu. Em busca de um parto normal humanizado, com respeito ao tempo do beb\u00ea, procurou um CPN particular. Com 39 semanas de gravidez, na institui\u00e7\u00e3o escolhida, come\u00e7ou seu pesadelo. Sem questionar a gestante, uma obstetriz induziu o trabalho de parto precocemente e propositalmente, durante o exame de toque.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_50.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37939\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_50.jpg\" alt=\"apartes_n04_50\" width=\"553\" height=\"759\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ap\u00f3s quase 15 horas de contra\u00e7\u00f5es, sentindo-se esgotada e insegura, Luciana pediu para ser transferida a um hospital conveniado ao Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS). Ao chegar, presenciou uma discuss\u00e3o entre a equipe que a levava e profissionais da institui\u00e7\u00e3o receptora, que n\u00e3o teria sido avisada sobre a transfer\u00eancia. Com fortes dores, saiu da ambul\u00e2ncia a p\u00e9, esperou a briga terminar e, finalmente, foi admitida. \u201cNa sala de triagem, ao vocalizar minha dor pelas contra\u00e7\u00f5es, a enfermeira me mandava calar a boca, dizia: \u2018Voc\u00ea n\u00e3o fala nada aqui! Fica quieta!\u2019\u201d. Ap\u00f3s um exame de toque \u201csuperdoloroso\u201d, a profissional disse que havia dilata\u00e7\u00e3o suficiente para o parto normal. Mesmo assim, amea\u00e7ou buscar o f\u00f3rceps. Luciana se desesperou, e a enfermeira reagiu com riso e deboche.<\/p>\n<p>Transferida para a sala de pr\u00e9-parto, a gestante percebeu que ficaria sem acompanhante. O marido, que assinava a papelada na recep\u00e7\u00e3o, foi proibido de entrar. Ainda lhe injetaram o horm\u00f4nio ocitocina sint\u00e9tico, que acelera o trabalho de parto e costuma gerar dor intensa. \u201cFecharam o biombo e me deixaram l\u00e1, sozinha. Minha barriga endureceu, eu n\u00e3o conseguia parar de fazer for\u00e7a, pedia ajuda, meu queixo batia de tanto medo, a sensa\u00e7\u00e3o de que o menino estava nascendo e que eu poderia morrer\u201d, disse. Num grito, nasceu Thomas. E assim terminou o sonho de um parto romantizado. A enfermeira veio com uma bronca por Luciana n\u00e3o ter contido a expuls\u00e3o, dizendo que a paciente tinha culpa por ter ficado \u201cestragada\u201d. Na opini\u00e3o da m\u00e3e, entretanto, algumas das lacera\u00e7\u00f5es que sofreu devem-se \u00e0s indu\u00e7\u00f5es artificiais e \u00e0 falta de assist\u00eancia.<\/p>\n<p>Frustrada, Luciana quis sair do hospital, mas os profissionais riram dela. O marido, quando foi apresenado \u00e0 crian\u00e7a na sala de espera, chorou enfurecido, porque entendia ser seu direito ter acompanhado o parto. \u201cNos dois dias que passei naquele hospital, entre a admiss\u00e3o e a alta, fiquei totalmente acuada, sofri maus tratos, senti a repulsa e a rejei\u00e7\u00e3o dos profissionais\u201d, diz a m\u00e3e de Thomas.<\/p>\n<p>Hist\u00f3rias dram\u00e1ticas como as vividas por Luciana s\u00e3o presenciadas frequentemente pela parteira tradicional J\u00e9ssica Nunes. Ela conta que, quando as parturientes assistidas por ela n\u00e3o t\u00eam sucesso na tentativa de dar \u00e0 luz no lar ou em casa de parto e precisam ser levadas a hospitais, s\u00e3o recebidas com \u201cviol\u00eancia verbal\u201d: \u201cDizem atrocidades, tiram da mulher o direito da escolha\u201d.<\/p>\n<h3><strong>Boas mem\u00f3rias<\/strong><\/h3>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<div style=\"float: right;width: 227px;margin-left: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: right;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_19.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37908 size-medium\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_19-211x300.jpg\" width=\"211\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_19-211x300.jpg 211w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_19.jpg 621w\" sizes=\"auto, (max-width: 211px) 100vw, 211px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">ALEGRIA &#8211; Vereadora Patr\u00edcia Bezerra, que criou a lei do parto humanizado: \u201cA mulher n\u00e3o pode ter trauma num momento t\u00e3o especial\u201d<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Ricardo Rocha\/CMSP<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<p>A Lei 15.894\/2013, sancionada em novembro e \u00e0 espera da regulamenta\u00e7\u00e3o do Executivo para vigorar, quer garantir que mais mulheres tenham um parto humanizado e com boas recorda\u00e7\u00f5es. O texto, da vereadora Patr\u00edcia Bezerra (PSDB), diz que toda gestante tem o direito \u00e0 assist\u00eancia humanizada durante o parto na rede de sa\u00fade p\u00fablica do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, integrante do SUS. \u201cVoc\u00ea n\u00e3o pode ter um trauma num momento t\u00e3o especial, ainda mais para a gestante que precisa do SUS. Na hora do parto, a mulher tem o direito de chorar apenas de alegria\u201d, afirma \u00e0 <strong>Apartes<\/strong>, A parlamentar elaborou a proposta inspirada no trabalho da m\u00e9dica obstetra M\u00e1rcia Aquino, diretora da divis\u00e3o m\u00e9dica do Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica estadual de refer\u00eancia que realiza em m\u00e9dia 550 partos por m\u00eas \u2013 sendo 370 deles normais.<\/p>\n<p>A lei aprovada na C\u00e2mara Municipal de S\u00e3o Paulo (CMSP) garante que a gestante possa receber informa\u00e7\u00e3o e escolher os procedimentos que lhe tragam maior seguran\u00e7a, conforto e bem-estar, incluindo o al\u00edvio da dor por anestesia, medicamentos ou m\u00e9todos alternativos, como massagens e banhos de \u00e1gua morna. O m\u00e9dico deve interferir o m\u00ednimo poss\u00edvel no parto e s\u00f3 poder\u00e1 restringir as escolhas em caso de risco \u00e0 sa\u00fade da gestante ou do beb\u00ea. Deve haver prefer\u00eancia por m\u00e9todos mais naturais e menos invasivos.<\/p>\n<p>A gestante tamb\u00e9m ter\u00e1 o direito de elaborar um Plano Individual de Parto, no qual ela indicar\u00e1: o estabelecimento e a equipe que escolheu para fazer o pr\u00e9-natal e o parto; as rotinas e os procedimentos de parto; se ter\u00e1 um acompanhante nas duas \u00faltimas consultas e no parto; se usar\u00e1 m\u00e9todos n\u00e3o farmacol\u00f3gicos para al\u00edvio da dor (massagem e banho de \u00e1gua morna) ou anestesia e o modo como prefere que sejam medidos os batimentos card\u00edacos do feto (interna ou externamente).<\/p>\n<p>Patr\u00edcia Bezerra diz que o direito de uso da anestesia \u00e9 um avan\u00e7o, porque a disponibiliza\u00e7\u00e3o desse recurso na rede p\u00fablica n\u00e3o \u00e9 usual, bem como os m\u00e9todos alternativos contra a dor. Do mesmo modo, a presen\u00e7a de um acompanhante j\u00e1 \u00e9 um direito previsto em lei federal, mas descumprido em 65% dos casos, segundo a vereadora. \u201cA lei vem para dizer que agora n\u00e3o tem mais brincadeira. Tem que ter acompanhante e acabou\u201d, diz a parlamentar. A m\u00e9dica M\u00e1rcia Aquino explica que a presen\u00e7a de uma pessoa que tranquilize a parturiente aumenta at\u00e9 as taxas de parto vaginal, tamb\u00e9m chamado normal, que permite uma recupera\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida \u00e0 m\u00e3e, entre outras vantagens.<\/p>\n<p>Outra previs\u00e3o da lei \u00e9 garantir que a mulher tenha liberdade de movimento durante o trabalho de parto. \u201cN\u00e3o precisa ficar deitada, pode andar. \u00c9 bom porque, ao sentir menos dor, ela pode cooperar no processo de parto vaginal.\u201d A legisla\u00e7\u00e3o determina que ser\u00e1 favorecido o contato precoce entre m\u00e3e e rec\u00e9m-nascido, e que \u00e9 necess\u00e1rio preserv\u00e1-lo da queda de temperatura.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_51.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37940\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_51.jpg\" alt=\"apartes_n04_51\" width=\"910\" height=\"659\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_51.jpg 1200w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_51-300x218.jpg 300w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_51-768x557.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_51-1024x742.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 910px) 100vw, 910px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O documento ainda co\u00edbe pr\u00e1ticas rotineiras nos partos, como lavagem intestinal, acelera\u00e7\u00e3o da dilata\u00e7\u00e3o com ocitocina, recomenda\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7os de puxo prolongado, ruptura artificial da bolsa e corte entre a vagina e o \u00e2nus (episiotomia) para facilitar o parto. Por levarem a sofrimento, constrangimento, lacera\u00e7\u00f5es e cirurgia cesariana desnecess\u00e1rios, com a lei o uso desses m\u00e9todos ficar\u00e1 sujeito a justifica\u00e7\u00e3o. \u201cRacionalmente, eu sei que n\u00e3o \u00e9 pra fazer a episiotomia. Mas a minha m\u00e3o vai sozinha\u201d, disse uma m\u00e9dica em entrevista para uma tese de doutorado apresentada \u00e0 Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) por Carmen Simone Grilo Diniz. Outro m\u00e9dico disse \u00e0 doutoranda que profissionais for\u00e7am a cesariana por meio da ocitocina: \u201cTem colega que diz que vai fazer um parto normal, que \u00e9 a favor, concorda em ir para aquelas salas bonitas de parto normal que tem nos hospitais caros. Mas quando chega l\u00e1, bota um soro bem firme na paciente e diz: \u2018aposto que da segunda dor j\u00e1 vai sair pedindo ces\u00e1rea\u2019. E o pior \u00e9 que saem contando isso como vantagem\u201d.<\/p>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<div style=\"float: right;width: 227px;margin-left: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: right;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_20.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37909\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_20-300x117.jpg\" width=\"230\" height=\"90\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_20-300x117.jpg 300w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_20-768x299.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_20-1024x399.jpg 1024w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_20.jpg 1475w\" sizes=\"auto, (max-width: 230px) 100vw, 230px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">REFER\u00caNCIA &#8211; Maternidade Leonor Mendes de Barros, em S\u00e3o Paulo, faz 550 partos humanizados por m\u00eas<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Arquivo Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<p>Para a m\u00e9dica M\u00e1rcia Aquino, a lei deve enfrentar resist\u00eancia nas unidades de sa\u00fade: \u201cVamos encontrar aquele pessoal do \u2018por que preciso fazer diferente do que sempre fiz?\u2019 Vamos precisar de boa vontade, de profissionais multidisciplinares, de capacita\u00e7\u00e3o permanente, atualiza\u00e7\u00e3o dos conhecimentos m\u00e9dicos, de os postos estarem em contato com as maternidades e de boa vontade pol\u00edtica\u201d. A obstetra, no entanto, acredita ser poss\u00edvel humanizar os partos, j\u00e1 que a mentalidade come\u00e7a a mudar entre seus pares. A vereadora Patr\u00edcia Bezerra est\u00e1 otimista. Idealiza que seu projeto estimular\u00e1 o aumento de partos normais e ser\u00e1 repetido em outras cidades: \u201cTudo o que se faz em S\u00e3o Paulo \u00e9 replicado em um monte de lugares nesse Pa\u00eds. Ent\u00e3o acho que demos um passo enorme\u201d.<\/p>\n<h3><strong>Entrevista &#8211; Vereadora Juliana Cardoso<\/strong><\/h3>\n<div style=\"background-color: #efecdf\">\n<p><strong>\u201cO ambiente de uma casa de parto \u00e9 acolhedor\u201d<\/strong><\/p>\n<p><!-- imagem GRANDE - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<div style=\"float: left;width: 310px;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: left;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_18.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37907\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_18-266x300.jpg\" width=\"300\" height=\"339\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_18-266x300.jpg 266w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_18-768x867.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_18-907x1024.jpg 907w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_18.jpg 925w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Mozart Gomes\/CMSP<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem GRANDE - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<p>Entre as propostas da CMSP para garantir melhores condi\u00e7\u00f5es \u00e0s gestantes e aos rec\u00e9m-nascidos, a vereadora\u00a0<strong>Juliana Cardoso<\/strong> (PT) elaborou o Projeto de Lei 542\/2009, que d\u00e1 respaldo legal para o Munic\u00edpio ter mais Centros de Parto Normal (CPNs), inclusive por meio de conv\u00eanios com unidades particulares. O texto pede a observ\u00e2ncia de alguns crit\u00e9rios nessas casas, dedicadas ao parto vaginal (normal) humanizado para gestantes de baixo risco: permitir a presen\u00e7a de acompanhante, garantir a assist\u00eancia quando n\u00e3o houver riscos \u00e0 m\u00e3e e ao beb\u00ea, respeitar a individualidade da parturiente e disponibilizar remo\u00e7\u00e3o emergencial a hospitais de refer\u00eancia em eventuais situa\u00e7\u00f5es de risco. Atualmente, existe apenas um CPN p\u00fablico na cidade, a Casa de Parto de Sapopemba.<\/p>\n<p>Juliana, que estava no fim da gesta\u00e7\u00e3o quando foi entrevistada pela reportagem da <strong>Apartes<\/strong>, em dezembro, tamb\u00e9m idealizou a lei do Programa M\u00e3e Canguru (14.966\/2009), para estimular o contato pele-a-pele entre m\u00e3e e beb\u00ea prematuro ou de baixo peso. Com isso, a crian\u00e7a gasta menos energia para manter a temperatura ideal, em 37\u00baC, e ganha peso mais r\u00e1pido. Outras vantagens s\u00e3o a estimula\u00e7\u00e3o sensorial e a cria\u00e7\u00e3o de la\u00e7os afetivos.<\/p>\n<p><strong>Do que trata o projeto do Centro de Parto Normal?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Juliana Cardoso &#8211; <\/strong>Ele motiva o SUS a ter mais casas de parto fora do complexo hospitalar, porque dentro dos hospitais n\u00e3o se estimula o parto normal humanizado, em que a mulher sente seu corpo e tem mais benef\u00edcios do que se fizesse a cesariana, uma cirurgia com dificuldades de recupera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Hoje, a legisla\u00e7\u00e3o n\u00e3o d\u00e1 respaldo municipal para que casas de parto particulares ingressem na rede p\u00fablica de sa\u00fade por meio de conv\u00eanio. O projeto de lei vai possibilitar isso.<\/p>\n<p><strong>Algumas parturientes transferidas a hospitais citam preconceito por terem tentado antes uma casa de parto.<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ter tanto preconceito! O ambiente de uma casa de parto \u00e9 acolhedor e aconchegante. Isso \u00e9 muito importante, principalmente para as m\u00e3es de primeira viagem, que t\u00eam muita d\u00favida, medo&#8230; Os m\u00e9dicos geralmente n\u00e3o dialogam e voc\u00ea tem que pesquisar por fora, mas na casa de parto n\u00e3o. Tem todo o acolhimento das obstetrizes, toda uma equipe para sanar suas d\u00favidas, dar aten\u00e7\u00e3o e carinho, o que \u00e9 muito diferente de hospital.<\/p>\n<p>Na primeira gravidez, tive minha filha por conv\u00eanio e n\u00e3o tinha muita informa\u00e7\u00e3o. Quando cheguei ao hospital, os profissionais n\u00e3o conversavam comigo. Eles te levam para uma sala, o m\u00e9dico te apavora para que voc\u00ea n\u00e3o tenha parto normal, diz que o nen\u00ea fez as fezes na barriga&#8230; E apavora a fam\u00edlia tamb\u00e9m. Ele sai e diz: \u201cA m\u00e3e n\u00e3o quer fazer a ces\u00e1rea e est\u00e1 acontecendo uma complica\u00e7\u00e3o\u201d. A fam\u00edlia ent\u00e3o apoia a cesariana, porque supostamente m\u00e9dico \u00e9 m\u00e9dico, ele \u00e9 quem sabe. Depois descobri que o que eliminei foi o tamp\u00e3o (secre\u00e7\u00e3o que bloqueia o colo do \u00fatero) e que, a partir disso, voc\u00ea ainda tem tempo para romper a bolsa.<\/p>\n<p>H\u00e1 espa\u00e7o para a ces\u00e1rea, mas tamb\u00e9m para o parto humanizado, natural (normal que dispensa medica\u00e7\u00e3o), sem o preconceito que j\u00e1 vem desde a faculdade de Medicina. A classe m\u00e9dica sempre alega que \u00e9 perigoso ter parto normal. Mas, no fundo, tem a quest\u00e3o financeira, porque em uma cesariana \u00e9 necess\u00e1ria toda uma equipe de profissionais, como o anestesista. E na casa de parto humanizado, n\u00e3o. O parto \u00e9 o mais natural poss\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>Deve haver algum cuidado especial ao se decidir por uma casa de parto?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 important\u00edssimo fazer um plano de parto, al\u00e9m de um acompanhamento bem antes para saber se est\u00e1 tudo certinho, j\u00e1 que n\u00e3o \u00e9 um local anexo ao hospital. Fica a uma certa dist\u00e2ncia, permitida pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Quando h\u00e1 complica\u00e7\u00f5es, ambul\u00e2ncias removem a m\u00e3e ao hospital. Todo o trabalho pr\u00e9-natal \u00e9 feito para que a m\u00e3e tenha a seguran\u00e7a de ter seu filho na casa de parto.<\/p>\n<p><strong>Qual o objetivo do Programa M\u00e3e Canguru?<\/strong><\/p>\n<p>Os prematuros acabam indo para a incubadora, que \u00e9 uma m\u00e1quina. Quero refor\u00e7ar a quest\u00e3o de ter o beb\u00ea mais perto da m\u00e3e, sentindo seu calor e seu carinho. As estat\u00edsticas mostram que os beb\u00eas tratados nesse projeto saem muito mais cedo da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neonatal, em compara\u00e7\u00e3o aos que ficam s\u00f3 na incubadora.<\/p>\n<\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_48.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37937\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_48.jpg\" alt=\"apartes_n04_48\" width=\"423\" height=\"1314\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_48.jpg 900w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_48-97x300.jpg 97w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_48-768x2386.jpg 768w, 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src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_44.jpg\" alt=\"apartes_n04_44\" width=\"58\" height=\"123\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_44.jpg 900w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_44-142x300.jpg 142w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_44-768x1626.jpg 768w, https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_44-484x1024.jpg 484w\" sizes=\"auto, (max-width: 58px) 100vw, 58px\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"float: left;width: 80%\"><span style=\"color: #800000\"><strong>Coibir<\/strong><\/span><br \/>\n\u2022 Lavagem intestinal<br \/>\n\u2022 Acelera\u00e7\u00e3o da dilata\u00e7\u00e3o com ocitocina<br \/>\n\u2022 Esfor\u00e7os de puxo prolongado<br \/>\n\u2022 Ruptura artificial da bolsa<br \/>\n\u2022 Corte entre a vagina e o \u00e2nus para facilitar o parto<br \/>\n\u2022 Hipotermia do beb\u00ea<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Os profissionais do <span style=\"color: #800000\">parto humanizado<\/span><\/strong><\/h3>\n<div><\/div>\n<div style=\"border: solid 1px\">\n<div><a href=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_54.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37943\" src=\"http:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_54.jpg\" alt=\"apartes_n04_54\" width=\"619\" height=\"518\" srcset=\"https:\/\/homolog.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2016\/11\/apartes_n04_54.jpg 800w, 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preciso<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<h4><\/h4>\n<h4><\/h4>\n<h4>SAIBA MAIS<\/h4>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;background-color: #72bb81\">\n<p><strong><span style=\"color: #ffffff\">Tese de doutorado<\/span><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><strong>Entre a t\u00e9cnica e os direitos humanos: possibilidades e limites da humaniza\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia<br \/>\nao parto.<\/strong>. Carmen Simone Grilo Diniz. Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo. 2001. Dispon\u00edvel na internet.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;background-color: #72bb81\">\n<p><strong><span style=\"color: #ffffff\">Livro<\/span><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><strong>Parto com Amor. <\/strong>Luciana Benatti e Marcelo Min. Panda Books.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nascimentos mais gentis Paulistanas ter\u00e3o direito a parto humanizado no SUS, gra\u00e7as a lei elaborada pela CMSP Gisele Machado | gisele@saopaulo.sp.leg.br PACIENTE &#8211; Em partos normais humanizados, h\u00e1 respeito ao tempo do beb\u00ea Marcelo Min\/Parto com Amor Nascimento gentil \u00e9 como os falantes de l\u00edngua inglesa denominam o parto humanizado. 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