Responsáveis pelas empresas terceirizadas prestadoras de serviço de manutenção urbana voltaram a ser ouvidos na CPI das Enchentes, nesta quarta-feira (20/10). A CPI ouviu o engenheiro agrônomo Benedito José Pimenta Ferrato, sócio-diretor da Florestana Paisagismo Construções e Serviços LTDA, empresa prestadora de serviços de manutenção na subprefeitura da Mooca e Vila Maria/Vila Guilherme.
O vereador Wadih Mutran(PP), relator da CPI, questionou por que a terceirizada responde processo no Tribunal de Contas do Município de uso de veículo inadequado. Rita de Cássia Bastos, diretora comercial da Florestana justificou que o processo é normal. “A Florestana está fazendo sua defesa. A empresa não assina empenho na Prefeitura se caminhões não passarem por vistoria”, explicou ela.
Já Roberto Daud, proprietário da Monte Azul, respondeu aos vereadores por que a Monte Azul divide o mesmo endereço que a empresa do seu filho, proprietário da empresa Trajeto. “Apesar de o prédio ser o mesmo, as salas e os negócios são distintos”, explicou Daud.
O último empresário a ser ouvido foi Quinto Muffo, sócio da Demax, empresa que presta serviços para as subprefeituras da Penha, Ermelino Matarazzo, São Miguel, Itaim Paulista, Vila Maria, Mooca e Jaçanã.
Participaram da CPI os vereadores Adilson Amadeu (PTB), presidente; José Police Neto (PSDB); Wadih Mutran (PP), relator; Abou Anni (PV) e Quito Formiga (PR).
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Empresários são ouvidos na CPI das Enchentes
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